No mundo onde o fascismo avança, o racismo persiste e as big tech controlam nossas vidas, nós, mulheres, comunidade LGBTQIAP+, mestras e mestres da cultura, fazedoras e fazedores comunitários, levantamos nossa voz! É hora de fortalecer a luta por justiça social, direitos digitais, soberania dos corpos e territórios, e a valorização dos saberes tradicionais. A Amazônia vive, a cultura resiste, e a democracia só será real quando todas as vozes forem ouvidas!